segunda-feira, 2 de março de 2009

AOS TURISMÓLOGOS



Prezados Bacharéis em Turismo (“Turismósofos”) do Brasil:Todos nós, no dia 27 de Setembro passado, recebemos mensagens de incentivos, congratulações e congraçamentos. Tudo muito bom e belo – uma ótima massagem no ego, convenhamos.Como sindicalista desta profissão ímpar, prefiro ver os demais 364 dias do ano como nossos, e o dia de ontem como “uma folga” destes demais.Escrito isso, venho corroborar a mensagem (tão bem pontuada) recebida de Dorgival Júnior – “SER TURISMÓLOGO” – abaixo transcrita:“Ser Turismólogo não é fácil – aliás, nada nesta vida o é.SER TURISMÓLOGO É:· Enfrentar desafios todos os dias, porque cada dia é diferente – não há rotinas nesta profissão;· Ter que estudar MUITO, pois temos que conhecer de tudo um pouco: é nossa obrigação lidar com as diferenças e as instabilidades (das pessoas e do mercado) diariamente;· Enfim, tem que ter Talento (não o chocolate!). competência e capacidade de adaptação às adversidades;· Enfrentar a ignorância dos que infelizmente desconhecem o que é SER um Turismólogo, com suas competências e deveres profissionais e que, em detrimento de buscarem conhecê-la, preferem zombar desta profissão tão rica e tão desafiadora.Mas, como toda área do conhecimento que busca estabelecer-se, tem que enfrentar estes obstáculos: a ignorância, o preconceito, o desprezo e a soberba das outras profissões – que tentam ser melhores que nós, em detrimento de somarem-se conosco. PARABÉNS A TODOS E TODAS!”Outrossim, corroboramos as assertivas acima com a seguinte mensagem:
MISSÃO DO BACHAREL EM TURISMOComunicar que nossa missão é trasnportar o Brasil pela senda do progresso, sendo a energia do país nesta busca permanente de nosso desenvolvimento econômico, na defesa dos interesses nacionais, promovendo a justiça social e proporcionando melhores condições de trabalho ao povo brasileiro, com vistas à saúde financeira dos cofres da União e à integração nacional plena, amparados pela ciência intrínseca à nossa atividade, avançando em conjunto com a tecnologia de nosso tempo.Assim sendo, como indivíduos privilegiados da espécie humana, cabe a nós conduzir à humanidade em seu progresso incessante, em que nos fica vedado retrocedermos aos estágios anteriores ou inferiores, pois pensar em retrocesso é negar à Lei do Progresso.Embora a humanidade desenvolva-se por si mesma, mesmo não havendo uma coesão de progresso simultâneo, o contato social vem permitir que os mais adiantados auxiliem o progresso dos outros – em que o cerne desta questão reside na união de todos, na união classista.Sendo o progresso condição inerente à natureza humana, não devemos colocarmo-nos em oposição a este processo, pois trata-se de força viva que – embora possa ser retardada – jamais será anulada. Quando um povo não progride no ritmo ou na velocidade devida, sujeita-se – de tempos em tempos – a abalos físicos e/ou morais, na intenção de despertar este povo à evolução necessária.Prova disso foi a tentativa de mobilizar os Bacharéis em Turismo em todo o país neste seu dia, em que a falta de interesse (na maioria dos locais em que foi proposta) foi crucial para a decorrência dos fatos que deveriam marcar esta data de forma mais significativa.Ante tais condições. faz-se mister que percebamos muito além da confusão momentânea que vem ferir nossos interesses imediatos, e saibamos distinguir que caminho tomaremos: se o da virtude ou o do vício (sendo o primeiro, obstinação e abnegação; e o segundo, estagnação e depreciação à níveis irreversíveis – embora não irrefutáveis). Duvidar disso é pretender que nos encontremos no apogeu da perfeição – o que seria absurdo – ou que não sejamos perfectíveis moralmente, algo que a experiência vem desmentir.Para encerrar, não é porque certas coisa são difíceis que nós não ousamos: é justamente por não ousarmos que tais coisas tornam-se difíceis, em que é tentando o impossível que realizaremos o possível. Saudações aos nossos 364 dias!

AALEX EIDT – SINDICATURISMO NACIONALEste artigo está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor (baseado no sistema água mineral – “revelar a fonte”) e não haja alteração em seu conteúdo.

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