Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50 (década de 1950). Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock eram o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
Resumo:
1960: o Rock dá seus primeiros passos
1970: disco music, pop rock e punk rock
1980: começa a aparecer um pouco de tudo no rock
1990: Diferentes experimentações e fusões
O Rock no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens. Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso. Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
Você sabia? - Comemora-se em 13 de julho o Dia Mundial do Rock.
Fonte: site: suapesquisa
Apesar de não ter vivido muita coisa destas épocas boas do rock, ele me fascina. Não falo de rock atual, mas de um passado onde se valia mais apena correr atrás do ídolo. Mesmo ele sendo um louco de pedra.
Led Zepellin, Roling Stones, Johnny Cash, Bob Dylan, The Beatles e Elvis entre outros, são nomes que nunca deixaram de estar em minha lista de Mp3. Época incrível que não volta mais, apesar de alguns ainda resistirem, seja com novos CD’s, novas formações, biografias (que agora está em moda), bom para nós e para as editoras lógico.
Mas será que o bom e velho Rock morreu de fato?
Bom, algumas coisas no âmbito nacional estão surgindo, e outras continuam, como o caso do Rock dos anos 80, que para mim foi uma das melhores épocas, principalmente no Brasil, onde nem tudo era permitido como alguns imaginam. Onde, as influências que vinham de fora apenas acrescentavam sem serem imitadas . Diferente de hoje, na maioria das vezes. Será que a criatividade e originalidade, sumiram? Ou será a falta de mais oportunidade aos novos representantes deste estilo?
Creio que a primeira opção é a mais freqüente, ja que vejo cada vez mais bandas surgirem. Mas não como o nosso bom e velho/clássico rock.
Mas não sou radical, nem caxias. Admiro muitas coisas do presente, com bastante ecletismo, mas não posso negar que o coração bate mais forte ouvindo ZOfo na guitarra.
Admiradora dos estilos novos, fá do antigo. Não é a toa que o LP está de volta.
Só falta, os roqueiros surgiram dos mortos e nos fazerem felizes para sempre.
Não é a toa que o rock sempre está atual, já que ele fala (segundo Mikal Gilmore, autor de “Ponto final – Crônicas sobre os anos 1960 e suas desilusões”), de “desejos e perdas, coloca em pé, sem restrições, valores culturais e políticos, e é bom demais de ouvir, sozinho ou em grupo”. Ouço dos dois modos!!
Em Belém mesmo há várias bandas de rock influenciadas pelo clássico rock and roll. Algumas mais, outras menos, porém com estilos diferentes. Mas este é um assunto para nosso próximo encontro.
E é isso, o rock and roll na veia. Este é meu único vício.
Até breve!
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